O mundo contemporâneo está imerso na Era Digital, caracterizada pela descentralização das redes de comunicação e disseminação massiva de informações. No entanto, a profusão de dados nem sempre se traduz em conhecimento relevante e profundo. A sociedade enfrenta o desafio de democratizar e aprofundar o conhecimento científico, repensando a comunicação acadêmica e sua relação com a economia digital.
A homens que querem mudar e assumir identidade que altere o significado da masculinidade no século XXI, resta apenas a luta contra o machismo e não a sua reafirmação como resposta à (necessária) perda de privilégios em um ou outro aspecto da vida social. Por Igor Castellano
A modernidade trouxe recompensas crescentes à especialização. Prestigiou especialistas e institui a narrativa do “encontre a sua vocação, a sua paixão, e seja o melhor”. E agora, em que caixa eu me encaixo? Por Igor Castellano
A autonomia do Estado frente a interesses exclusivistas sempre será limitada. Por isso, dentro e fora das instituições públicas é fundamental que haja luta social para que elas sejam responsáveis, minimamente representativas e submetidas a interesses da sociedade ampla e não de governos e elites particulares. Por Igor Castellano
Não há dúvidas de que a opção Direito à Vida (defesa da saúde) ou Direito ao Trabalho (defesa do emprego e da sobrevivência) é uma falsa dicotomia. O valor ético associado ao ser humano é incomparável ao valor econômico dos bens.
Seja do ponto de vista comportamental, estético, sonoro, ideológico, o Rock será sempre revolucionário. Essa é a poesia do Rock: o coração e o sentimento transparente batendo e o que tenta ser escondido falando mais alto; enquanto a razão e o erudito cedem espaço por um instante.
As mesmas crianças que cresceram com jogos digitais não os abandonaram depois de adultos. Muitos ainda se divertem enormemente com videogames e jogos computacionais. Se sempre fomos viciados em jogos, até quando adultos, o que mudou hoje?
O dia do servidor público merece reflexão. Às vésperas do início da tramitação no Congresso Nacional de proposta de nova reforma administrativa do Estado brasileiro, temos uma cultura generalizada de que os servidores públicos são peso morto na economia, de que estaríamos melhores sem eles, de que enriquecem às custas da população, de que possuem dezenas de privilégios injustificáveis, de que “mamam na teta” do Estado. Minha crítica a esta visão simplista vai em duas direções.
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