Tanto hoje como ontem as epidemias nunca deixaram indiferentes as sociedades. Se a maioria dos autores seculares tendem a capitalizar o vírus e através dele fazer uma sociologia das ausências e um grito dos invisíveis (migrantes, refugiados, minorias etc), também no passado houve debates e políticas sanitárias para proteger as populações das epidemias e das doenças infeciosas. Por Mohammed Nadir
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