A autonomia do Estado frente a interesses exclusivistas sempre será limitada. Por isso, dentro e fora das instituições públicas é fundamental que haja luta social para que elas sejam responsáveis, minimamente representativas e submetidas a interesses da sociedade ampla e não de governos e elites particulares. Por Igor Castellano
Os tempos atuais necessitam de uma compreensão ampla e plural dos fenômenos midiáticos para a própria compreensão da realidade na qual vivemos – em que se insere o mundo jurídico. Sobre o tema específico da segurança pública, destaco a importância de se compreender como a mídia televisiva, em especial o telejornalismo, incide nessa realidade.
Tão importante quanto lutar pela instituição de um juiz que atue somente na fase de investigação, é perceber que, sem acesso à justiça e educação em matéria de direitos (inclusive, criminal) para a população como um todo, o sistema acusatório continuará sendo apenas uma promessa.
O dia do servidor público merece reflexão. Às vésperas do início da tramitação no Congresso Nacional de proposta de nova reforma administrativa do Estado brasileiro, temos uma cultura generalizada de que os servidores públicos são peso morto na economia, de que estaríamos melhores sem eles, de que enriquecem às custas da população, de que possuem dezenas de privilégios injustificáveis, de que “mamam na teta” do Estado. Minha crítica a esta visão simplista vai em duas direções.
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