Tanto hoje como ontem as epidemias nunca deixaram indiferentes as sociedades. Se a maioria dos autores seculares tendem a capitalizar o vírus e através dele fazer uma sociologia das ausências e um grito dos invisíveis (migrantes, refugiados, minorias etc), também no passado houve debates e políticas sanitárias para proteger as populações das epidemias e das doenças infeciosas. Por Mohammed Nadir
Cientistas, como eu (sim, me considero um e já digo por que), são eficazes em acusar o deslocamento de funções que instituições e personalidades públicas assumem no momento, mas ignoram o seu próprio comportamento desviado. Afinal de contas somos cientistas ou opinistas? Por Igor Castellano
O cansaço físico e mental não é mais novidade em meio à grande crise sanitária que estamos vivendo atualmente. Como vocês estão? Indo. “Indo”, sim, mas não sabemos muito bem para onde. O que vocês já tiraram de lição nesses dias de quarentena? Nós temos algumas reflexões que gostaríamos de compartilhar e deixar registrado para, oxalá, lermos em um futuro próximo e aprender tanto ou mais, apesar de tudo.
Não há dúvidas de que a opção Direito à Vida (defesa da saúde) ou Direito ao Trabalho (defesa do emprego e da sobrevivência) é uma falsa dicotomia. O valor ético associado ao ser humano é incomparável ao valor econômico dos bens.
Seja do ponto de vista comportamental, estético, sonoro, ideológico, o Rock será sempre revolucionário. Essa é a poesia do Rock: o coração e o sentimento transparente batendo e o que tenta ser escondido falando mais alto; enquanto a razão e o erudito cedem espaço por um instante.
Concordemos ou não, o ensino a distância veio para ficar. Mas essa constatação está longe de ser livre de grandes problemáticas. Sustento aqui que são três as principais, a saber: como, em que velocidade e para quem essa sistemática de aprendizado será adotada.
Popularizar a ciência está longe de ser um problema. O desafio surge quando ser popular, adquirir prestígio social e visibilidade tornam-se o fim mais precioso da atividade científica.
Todo artigo científico (ou grande parte deles) carrega uma história que normalmente não é contada. Para quem não é da área acadêmica talvez não seja fácil compreender o trabalho árduo que existe por trás de uma publicação.
As mesmas crianças que cresceram com jogos digitais não os abandonaram depois de adultos. Muitos ainda se divertem enormemente com videogames e jogos computacionais. Se sempre fomos viciados em jogos, até quando adultos, o que mudou hoje?
Ayan Agalu relança álbum Cumprindo a Ronda, do Grupo Sete Ondas, em plataformas digitais e streaming.
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