O dia do servidor público merece reflexão. Às vésperas do início da tramitação no Congresso Nacional de proposta de nova reforma administrativa do Estado brasileiro, temos uma cultura generalizada de que os servidores públicos são peso morto na economia, de que estaríamos melhores sem eles, de que enriquecem às custas da população, de que possuem dezenas de privilégios injustificáveis, de que “mamam na teta” do Estado. Minha crítica a esta visão simplista vai em duas direções.
Das noites do tempo sopram ensinamentos dos ancestrais que se manifestam no que somos e no que podemos ser. Os ciclos da vida e do universo são interpretados e traduzidos de diversas formas, por diversas sociedades. A diversidade de interpretações artísticas, filosóficas, científicas e religiosas ajudam a entender o que somos, onde estamos e para onde vamos. Indicam, ao mesmo tempo, a Unidade presente em todos nós, manifesta de forma variada e mutável.
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